É de praxe nos orçamentos dos pequenos e médios municípios a destinação orçamentaria no tema RSU, remunerar somente os serviços de coleta de lixo, com o descarte do mesmo sendo feito provisoriamente em lixões a céu aberto. Com a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) que estabelece que além de coleta do lixo, conceitos que devem ser respeitados pelo município nos procedimentos operacionais do destino final dos seus RSU.

       Como dotação orçamentária dos pequenos e médios municípios da Amazônia é sabidamente limitada, insuficiente para a implantação das Centrais de Logística Reversa Zero Aterro, outras fontes igualmente responsáveis pelo destino final sustentável de RSU como as já citadas neste trabalho, entendemos devem ser convocadas para compartilhar na equação desta problemática.

      Problema = Oportunidade. Como sabemos que o mundo industrial e intelectual hoje se preocupa com o futuro de nosso planeta onde o destino final do lixo e a sustentabilidade da Floresta Amazônica são partes fundamentais de suas ações e questionamentos. Propomos e disponibilizamos suporte para os líderes políticos da Região Amazônica, apresentar o Projeto Zero Aterro e a Central de Logística Reversa Zero Aterro, como primeiro passo concreto para o destino sustentável do lixo das pequenas e médias cidades da Amazônia. 

      Disponibilizamos suporte as autoridades que se interessem pelo tema e em alavancar sua participação na futura delegação brasileira da próxima edição da COP 24 em 2018 na Polônia, junto a todos os países que integram este grupo, potencias beneficiados dos resultados a serem gerados com a implantação do Projeto Zero Aterro na Amazônia.